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Um relatório divulgado nesta segunda-feira (9), pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), indica que a oferta insuficiente de profissionais capacitados atinge 23% do setor. Desde 2020, a falta de opções qualificadas no mercado praticamente quintuplicou, saltando de 5% para os atuais 23%.
Os índices são os mais altos desde o início da série histórica da CNI, em 2015. O problema também figura em 4º lugar no ranking de maiores problemas do setor no país, segundo as próprias indústrias. A escassez de funcionários fica atrás apenas dos impostos cobrados, da alta taxa de juros e da baixa demanda do mercado brasileiro.
A questão afeta ainda mais intensamente as pequenas empresas, com 28,4% delas sofrendo com falta de profissionais mais capacitados. Segundo a CNI, as indústrias menores apontaram esse entrave como o segundo maior desafio do mercado – depois da carga tributária – o que demonstra o impacto maior nesse tipo de negócio.
Em nota, a CNI informou que os principais motivos para essa escassez são as falhas na educação básica no Brasil e a rápida transformação tecnológica dentro do setor. Para a Confederação, as capacitações que as indústrias têm oferecido não são suficientes pois “as lacunas na formação educacional dificultam o aprendizado”.
Entre os profissionais que já são contratados com qualificações específicas, a CNI aponta que existe, ainda, o desafio de treinamentos pontuais para que eles se adequem às novidades tecnológicas contínuas dentro das empresas.
Dados do Mapa do Trabalho Industrial, feito pela própria CNI, indicam que três em cada cinco trabalhadores contratados em 2026 precisarão ser treinados – pelo menos em algum aspecto – até o fim do ano que vem, para estarem alinhados à novas técnicas que devem surgir no período.
*Sob supervisão de Pedro Zanatta.
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